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segunda-feira, agosto 20, 2007

Hm?

Juro que tinha qualquer coisa para dizer.

quinta-feira, julho 12, 2007

Philosophy is the talk on a cereal box

Acho que alguém devia ter cantado isto a Nietzsche quando ele ainda era pequeno.

domingo, julho 08, 2007

8. 8. 8. ad infinitum

Por outro lado podia celebrar os 88 posts deste ano deixando-me estar com 8 posts apenas este mês. Ficava giro porque o último teria sido escrito no dia 8.

Mas passa-se alguma coisa comigo?

... Ah, tudo explicado. Fui ver e no calendário chinês Julho é o mês da numerologia.

7. 7. 7. ad infinitum

Sinto-me tentada a não postar mais nada este mês. Assim ficavam 7 posts no mês 7 de 2007.

Argh. Ainda bem que fiz este post agora para me salvar dessa foleirada.

Madonna e Sr. Incrível salvam o mundo!

Claro que fiquei chateada quando soube que a Rainha Madonna não vinha a Lisboa para aquela coisa das maravilhas. Mas depois soube que ela ia antes estar no Live Earth - e fiquei outra vez contente por ver que ela sabe escolher as coisas em que participa (e sempre soube). É preciso dizer que depois de ter visto 10 minutos daquelas palhaçada no Estádio não-sei-quê em Lisboa, fiquei bastante grata por a Madonna não estar relacionada com aquilo de nenhuma maneira.

Adiante. Queria dizer que a Madonna e o Al Gore (que na verdade é o Sr. Incrível disfarçado) são os meus super-heróis preferidos, bem como muitos outros, o Super Tosta Em Pó incluído.

Em nota de rodapé posso também comentar que lhes dou mais quatro anos até esgotarem as palavras curtas e parecidas que ficam bem depois de "Live".

quarta-feira, julho 04, 2007

Eu controlo a cena. A sério.

Influenciada por determinada Terapia, fui ver como andava a minha situação. Not so bad.

Observação

É uma imbecilidade usar sandálias com meias.

sexta-feira, junho 22, 2007

Little Brother

Às vezes (na realidade, foi mesmo só no outro dia, quando estava a acabar um trabalho) pergunto-me: se fosse possível juntar numa casa na Venda do Pinheiro durante dois meses, Virginia Woolf, Charlie Kaufman, Sofia Coppola, Oscar Wilde, Gandhi, Da Vinci, Dostoievsky e Camões, dando-lhes provas absurdas de vez em quando, será que se produzia um programa de qualidade? Ou continuaria a ser reality trash televisivo?

Ficaremos eternamente na dúvida, porque as hipóteses de tal acontecer são, arrisco dizer, praticamente nulas. Mas nunca se sabe. E com ou sem qualidade, este era um programa que eu gostava de ver. Será que quem salta mais alto é Kaufman ou Gandhi?

quarta-feira, junho 06, 2007

Deprimente.

Não consigo aceitar o facto incontornável de que nunca hei-de ver todos os filmes que quero. Nem ler todos os livros que quero. Nem fazer tudo o que quero, no geral. Raça.

terça-feira, junho 05, 2007

The Birds pt 2

Entrou um pássaro na sala e andou por ali às voltas. Bateu no vidro das janelas umas três vezes até que alguém ali ao pé teve o bom senso de abrir uma. Houve ahs e ohs (incluindo um aaah geral quando o pássaro finalmente saiu são (?) e salvo). Mas o melhor foi mesmo alguém que quando viu o pardal disse: "ai que nojo!"

domingo, junho 03, 2007

Frenzy

Ando a participar nisto, e espero no final de Junho ter um guião sobre substituições (a sério que é mais interessante do que parece).

E tenho ouvido muita ópera, yep.

quinta-feira, maio 24, 2007

The Birds

Hoje no caminho da faculdade até à estação vi uma coisa estranhíssima. Era um pássaro bebé morto em cima do tejadilho de um carro.

Achei isto estranho por duas razões. A primeira é que nunca tinha visto um pássarinho morto. A segunda é que o coitadinho parecia que se tinha aventurado para fora do ninho antes de tempo, mas não havia uma única árvore ali ao pé. Nem árvore nem nada parecido. Portanto ou o pássaro caiu de um ninho nas nuvens, ou o dono do carro andou a passear um pássaro morto pelas ruas de Lisboa. Ambas me parecem hipóteses estupidas.

Estive para tirar uma foto com o telemóvel, mas depois lembrei-me que já perdi uma vez um autocarro por causa de uma andorinha, não queria agora perder o comboio por causa de um pássaro morto em cima de um tejadilho. Por isso fui-me embora e deixei-o lá.

sábado, maio 05, 2007

Metamorfose

De acordo com a cultura popular mexicana, a primeira fase da metamorfose consiste num conjunto de sintomas muito distintos, sendo um deles a ocorrência de ataques de riso incontrolável, sem nenhuma razão aparente, que se prolongam durante mais de meia hora.

Sim, acho que me estou a metamorfosear numa hiena.

domingo, abril 29, 2007

Um cesto de maçãs...

Madonna sends Regis Philbin a get-well gift
Posted: 28 April 2007 - From contactmusic.com

Madonna, Ringo Starr and Halle Berry were among the celebrities who sent beloved US TV host Regis Philbin get-well gifts as he recovered from a heart operation.
Madonna and Berry sent him luxury bathrobes, while former Beatle Starr sent the TV star a basket of apples.

in Madonnalicious

Um cesto de maçãs?? OK, talvez seja difícil ser original em momentos destes, mas um cesto de maçãs... Aposto que o Mr. Philbin ficou logo muito mais animado com as suas maçãs novas.

quinta-feira, abril 12, 2007

Uma data de coisas

Ando há umas semanas para escrever aqui umas coisas, mas por uma ou outra razão não pûs cá os pés (os dedos?). Então aqui vai tudo o que ainda me lembro, condensadinho num só post.
1) Fui ver uma exposição no Júlio de Matos. Sim, no hospital. Chama-se "Objecto: simulacro" e é a coisa mais sinistra. Aconselho-vos a irem, mas não sozinhos. E especialmente não se o aquela-coisa-a-que-chamara-filme Hostel ainda estiver fresco na vossa memória. É que aquilo é mesmo sinistro e mete medo.
2) Afinal qual é a data de estreia do filme das Tartarugas Ninja? Parem de adiar! Que chatos, pá. Quero ver o filme! Teenage mutant ninja turtles... turtle power!
3) I wake up and he's dead. I wake up and he's alive.
Adorei o filme Premonição. Adorei e pronto. Não quero saber o que diz o imdb ou seja quem for. Se o forem ver, lembrem-se que o título é premonição, não é viagens estúpidas no tempo. Um aplauso para a Sandra Bullock, e outro para Mennan Yapo por uma e outra cena que eu gostei em particular.
4) Também gostei d' O Mundo Encantado de Beatrix Potter. Fofinho. E as paisagens, uau!
5) Já sei que vou levar uma pedrada por dizer isto, mas o Departed não é um filme assim tãaaaao maravilhoso. Muito grande = cenas desnecessárias.
6) Já viram o concerto da Madonna, Confessions on a Dance Floor? Recomendo, recomendo, recomendo muuuuuito!! Impossível não adorar. <333
Um dos meus momentos preferidos aqui (Isaac) , e outro aqui (Erotica/ You Thrill Me) . E para quem não percebeu a controvérsia (controvérsia estúpida, a bem dizer), pode ver a cruz em Live to Tell.
7) Malta, leiam O Perfume. E se vos apetecer uma dose de Girl Power, recomendo A Papisa Joana.
Agora estou numa de Brontë (Jane Eyre) e depois acho que vou para Virginia Woolf. Sugestões?
8) Ora bem, havia outra coisa que eu queria dizer... O que é que era?

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Face it, she's Madonna.

Hoje sonhei com a música nova do Robbie Williams, She's Madonna. Estou a partir do princípio que isto era uma mensagem divina para pôr a música aqui no blog, e foi mesmo isso que fiz, porque com mensagens divinas não se brinca. Nabucodonosor não ligou à dele e viram o que lhe aconteceu: passou sete anos a viver selvagem como um animal. Por isso não vou correr riscos. She's Madonna @ Nona Onda.

Se vos apetecer, vejam o clip aqui, que também é giro.

terça-feira, janeiro 09, 2007

A Norte?

Como é que é possível que tendo hoje parado em três estações, duas delas até bastante familiares, eu me tenha perdido em todas? Desde o ridículo de andar às voltas a descobrir como é que se ia para o outro lado da estrada até à situação ainda mais ridícula de ir parar a um sítio totalmente desconhecido, pensar que às tantas me tinha enganado na estação, e voltar atrás apenas para descobrir que estava era na saída errada. Será que há alguém no mundo com pior sentido de orientação do que eu?

E isto depois de me ter levantado cedo. E de ter sido surpreendida com uma greve do metro que não deu jeito nenhum.

O que vale é que sempre se encontram pessoas que nos alegram o dia, como a senhora no comboio que insistiu à viva força em contar-me tudo aquilo que pensa sobre os fiscais da CP e a sua inutilidade no que toca a dar informações, sem querer saber se eu estava a ouvir música ou não. Pessoas que não se perdem em detalhes são precisas neste mundo, é o que eu sempre digo. Ou a outra senhora que praguejava numa língua estrangeira qualquer (provavelmente the korean language) e olhava para mim como se eu tivesse ar de quem percebia aquilo. Ou aquele funcionário dos correios que era tão simpático que só lhe faltava distribuir abracinhos. Chamei-lhe Sunshine.

Se souberem onde é que se arranja alguma orientação a bom preço, digam. E, já agora, desenhem um mapa para eu não me perder.

domingo, dezembro 24, 2006

Teenage Mutant Ninja Christmas

A pedido de muito poucas famílias, as Tartarugas Ninja dizem adeus à Nona Onda. Hão-de voltar um dia, mas como é Natal, deixo que voltem ao esgoto para trocar presentes com o Mestre Splinter, a ratazana.

Boa overdose de açúcar (aka Natal) para todos!
(Tentem não ter pesadelos por causa da imagem que acompanha este post.)

domingo, novembro 26, 2006

Machadinha

Ah ah ah minha machadinha
Ah ah ah minha machadinha

Quem te pos a mão sabendo que és minha?
Quem te pos a mão sabendo que és minha?

Sabendo que és minha, também eu sou tua
Sabendo que és minha, também eu sou tua

Salta machadinha p'ro meio da rua
Salta machadinha p'ro meio da rua

No meio da rua não hei-de eu ficar
No meio da rua não hei-de eu ficar

Hei-de ir à roda escolher o meu par
Hei-de ir à roda escolher o meu par

É algum pré-requisito das músicas infantis terem letras sem lógica nenhuma? Pelo menos a machadinha inova e repete todos os versos, para o caso de algum miúdo mais lento não ter entendido bem a mensagem, seja ela qual for.

Mas a verdadeira questão é: porque é que eu vim o caminho todo até casa com a machadinha na cabeça?

terça-feira, outubro 10, 2006

Por onde andas, Sebastião?

Nunca mais o vi. Deixou de me seguir para todo o lado, de aparecer em todos os cantos e de se intrometer em todas as conversas. Posso dizer que a minha vida é hoje Saint Sebastian free. Mas será que é mesmo esta a vida que eu quero?

Que piada tem entrar numa igreja quando já se sabe que lá dentro não se vai encontrar o S. Sebastião? E que graça tem ver um filme ou ler um livro sabendo de antemão que não há ali uma única referência a ele?

The spice of life. Tudo é mais emocionante quando há a possibilidade de S. Sebastião saltar sabeDeus de onde para se meter na nossa vida. O S. Sebastião é um bocado como a Coca-Cola: primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Sebastião, por favor reconsidera e volta para mim. Já não sei viver sem um mártir à perna.

Follow-up de Sebastião, Sebastião, porque me persegues?